Suporte

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Kilobytes, Megabytes, Gigabytes, Terabytes... e agora, os Zettabytes!




Fernando Martins, presidente da Intel, afirma: "Aqui no Brasil, estamos com um crescimento, entre 2010 e 2015, que será o dobro do crescimento mundial. O tráfego na internet no Brasil crescerá 8 vezes. A região em que esse tráfego mais cresce é na América Latina, então essa é a era dos Zettabytes, esses volumes tremendos de dados sendo gerados e circulando pela internet".
Hoje, existe 1,8 Zettabyte de informação armazenada nos sistemas espalhados pelo mundo. E a previsão é que em 2015, esse seja o tamanho do tráfego geral da internet.
"São 3 fatores: mais usuários, já que entre 2010 e 2015, teremos 1 bilhão de novas pessoas conectadas; mais dispositivos, já que em 2015 teremos 15 bilhões de dispositivos conectados na internet, o que dá 2 dispositivos para cada habitante; e o terceiro ponto: mais conteúdo", expica Martins.
E em um estilo de vida cada vez mais digital e conectado, uma mudança de comportamento também contribui para esse crescimento desenfreado de dados e tráfego na web. Há algum tempo, a tecnologia vinha das empresas para os usuários; hoje acontece praticamente o contrário. Muitas vezes, o mesmo dispositivo que a gente usa em casa, para se divertir, é o mesmo utilizado no ambiente de trabalho. E, sim, isso também faz diferença...
Rodrigo Abreu, presidente da Cisco explica: "Você passa a ter um aumento de consumo de dados bastante significativo, porque acessa as suas coisas do trabalho, quando você está em casa, quando está viajando. Você tem acesso a entretenimento, a vídeos, a uma série de informações, independente da onde você esteja. Você não tem mais uma vida segmentada".
Mas, se o Brasil vai ser assim tão participativo nesse crescimento de tráfego no mundo virtual, será que nós temos infra-estrutura suficiente para isso?
"Eu diria que, como o desafio é muito grande, as oportunidades também são muito grandes. Vivemos um momento em que temos uma grande oportunidade, que é a convergência de redes fixas com as móveis. Com isso, ganharemos muito em capilaridade, para conseguirmos chegar a uma grande parte de municípios, com uma rede de dados robusta e com bastante infra-estrutura", comenta Maurício Azevedo, diretor de marketing da Telefônica/VIVO Empresas.
É claro que não há como todo esse crescente volume de dados ser armazenado fisicamente em um único local. Assim, outra tecnologia muito presente nessa Era do Zettabyte é a computação na nuvem.
"A visão da Intel para a nuvem, em 2015, é de uma nuvem automática, com grande fator de automação em sua gestão, federada, ou seja, nuvens de diversos provedores de serviços que terão de ser integradas, e tem que conhecer o dispositivo que se conecta", completa Martins.
Mais do que isso, a computação na nuvem também deve ser segura, tecnologicamente aberta e, claro, eficiente. Se você quiser saber mais dessa perspectiva para a Cloud Computing em 2015, acesse o link que acompanha essa matéria. O assunto é tão interessante que até criamos uma editoria específica para ele. Aqui, você encontra reportagens, vídeos e notícias que explicam como a nuvem pode ajudar o crescimento de empresas e também do país no futuro.

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